Do lado português, o destaque foi a curadoria dos Xutos & Pontapés, "Classe de 79", que juntou em palco alguns dos nomes maiores da música nacional numa celebração pensada de raiz para o festival.
Nem tudo foi música. O espetáculo aéreo The Flight, os finais pirotécnicos de cada noite, e o Momento Força Portugal, em que a Cidade do Rock virou estádio para o jogo da Seleção com uma bandeira gigante a percorrer o recinto, mostraram que o festival há muito deixou de ser só palcos. E o Stage for a Better World fechou cada noite no Palco Mundo com um espetáculo de luz e fogo feito a partir de mensagens que milhares de pessoas partilharam nos meses anteriores, no gesto simbólico que dá ao Rock in Rio a sua bandeira de sempre, a música ao serviço de um mundo melhor.
Os números de satisfação acompanharam a dimensão. O Estudo de Recinto da Marketest deu ao festival uma nota global de 8 em 10, o inquérito da Fever aos compradores de bilhetes fechou nos 4,3 em 5, com a programação e a nova Cidade do Rock entre os pontos mais elogiados, e a marca arrecadou o prémio Marca Recomendada do Consumer Trust na categoria de festivais.
Fica a data para marcar no calendário: o Rock in Rio Lisboa regressa, agora ao Parque Tejo, em 2028, nos dias 17, 18, 24 e 25 de junho.
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