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Análise – The Isle of Armor – Pokémon Sword e Shield

Isle of Armor é a primeira onda de DLC do passe de Expansão de Pokémon Sword e Shield, que saiu no verão de 2020. É de notar que existe um passe de expansão específico para cada versão do jogo. Por exemplo, se tiveres o Pokémon Shield, só deves comprar o passe para a versão Shield. Ou, se tiveres ambas as versões, é necessário comprar uma expansão para cada.

Depois de instalado o DLC, basta ir à estação de Wedgehurst e falar com um NPC e este desbloqueará a viagem para a Isle of Armor. Uma vez lá, temos à disposição uma pequena ilha open-world, onde se encontra o Dojo. É aí que conhecemos o Master Mustard, os seus alunos e o novo rival. Na versão Sword, a antagonista é Klara, treinadora de Pokémon do tipo Veneno, enquanto que na Shield é Avery, o excêntrico aspirante a treinador de Pokémon do tipo Psíquico. O dojo é também onde teremos de completar alguns desafios para receber o Pokémon lendário Kubfu.

The Isle of Armor tem ainda um pokédex local, que conta com cerca de 200 pokémons, sendo que alguns deles retornam de jogos anteriores. Ainda assim, mesmo sem a expansão, é possível ter esses pokémons de três formas: participar em raids iniciados por jogadores que tenham a expansão; trocar com outros jogadores, ou transferir através da app Pokémon Home.

 

É um DLC absolutamente essencial? Isso depende do tipo de jogador. Algumas das vantagens que traz são:

– Poder ter o primeiro pokémon da party a seguir o jogador no overworld (apenas na Isle of Armor), opção que estava disponível em Pokémon SoulSilver e HeartGold;

– A ilha funcionar como a wild area do jogo principal, com câmara livre, e conta com mais dens para fazer raids.

– A possibilidade de dar a forma gigantamax a qualquer pokémon desde que a espécie a tenha; permite fazer breeding de pokémons e posteriormente atribuir-lhes esta forma.

– Obter itens que permitem fazer apricorn balls, tais como moon ball ou love ball. Já era possível ter estes tipos de poké balls no jogo apenas uma vez por playthrough, dadas pelo ball guy, através de códigos mystery gift ou em trocas.

– Novos penteados e roupas, bem como modificações à bicicleta.

Pessoalmente, joguei The Isle of Armor depois de já ter passado a história principal e o post-game. Achei que o nível das personagens nas lutas era muito inferior (nível 60) ao dos meus Pokémon (nível 100), tornando as batalhas algo aborrecidas. Há sempre a possibilidade de se jogar com Pokémon com níveis mais baixos, como por exemplo os que ganhamos no início (Bulbasaur ou Squirtle, e Kubfu). No entanto, estes têm o nível demasiado baixo (nível 10) e requerem investimento em candies para compensar.

A ilha por si é pequena e um tanto despida; quero com isto dizer que, exceto nos pontos no mapa onde há o dojo, as torres ou a estação, não há mais nada, exceto um ou outro NPC sem grande relevância. The Isle of Armor é uma forma de mostrar como seria a série Pokémon como uma experiência mundo-aberto em absoluto; no entanto, senti que faltou algum conteúdo. Isto pode ser explicado pelos problemas de performance que verifiquei em modo online, mas que também já tinha observado no jogo base de forma menos acentuada.

Não sendo uma expansão obrigatória, confere longevidade à série, uma vez que a pequena parte narrativa de The Isle of Armor passa-se em cerca de 3 a 4h e permite estender um pouco a área de exploração. No passe de expansão está também incluído um segundo DLC, Crown of Tundra, que sairá em novembro deste ano.

Nota: a análise foi elaborada com base na versão Pokémon Shield.

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