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RetroAnálise – Oddworld: Abe’s Exoddus


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Apesar de ser uma sequela bónus, Abe’s Exoddus não faz parte da Quintologia Oddworld, actualmente composta por Abe’s Oddysee e Munch’s Oddysee. Abe’s Exoddus trouxe consigo vários pontos positivos em relação à jogabilidade, história e atmosfera, tornando o passado e futuro de Mudos cada vez mais complexo, misterioso e emocionante.

Mudos é o continente onde se passa a história de Abe’s Exoddus. Por enquanto, só conhecemos uma pequena fracção das espécies neste continente. Abe é um Mudokon, a espécie natural de Mudos; não é muito inteligente, foi toda a sua vida um escravo, até que descobriu um segredo muito obscuro do local onde trabalhava, RuptureFarms. A companhia pretendia que os Mudokons fossem a nova iguaria do seu mercado alimentar. Foi então que Abe, apercebeu-se que tudo o que tinha visto até ali era apenas a ponta do icebergue. Abe usa os seus lábios selados para o lembrar do seu objectivo, salvar todos os escravos das garras dos Glukkons, os governantes e “senhores” das indústrias de Mudos.

Tal como aconteceu com Oddworld: Abe’s Oddysee, o comentário social sobre a riqueza de uns, a pobreza de outros; o facto de as produções em massa serem um risco de saúde pública, de serem um fardo enorme com a poluição que produzem; de existir espécies e tribos a serem expulsas do seu habitat natural, seja pela matéria prima que obtêm, seja pelo dinheiro que podem ganhar com ela, tudo isto faz parte da história humorística que o jogo tem, mas que se foca em coisas reais e obscuras, provocadas pela humanidade.

Uma das novidades em relação à jogabilidade, é o facto que podermos possuir as míticas espécies selvagens e industriais, tais como o imparável Scrab, o amigo perverso Paramite assim como os estúpidos Sligs e os gananciosos Glukkons. Podemos também possuir gases. Sim, gases. No jogo anterior eram apenas uma piada de fundo, mas neste é uma das novas mecânicas de jogo. Existe uma secção completamente feita a pensar em puzzles deste género. Incrivelmente, funciona bem. Com o poder de possuir outras espécies, podemos também “falar”. Anteriormente, apenas podíamos usar Abe e os Sligs, mas Exoddus torna possível comunicarmos usando qualquer espécie selvagem. Excepto os Fleeches.

 

A jogabilidade principal é muito similar ao jogo anterior, com apenas algumas alterações, mas esta advém do Prince Of Persia original e Flashback, sendo este último a derradeira inspiração. Abe pode andar, correr, andar pela calada, saltar, fazer salto em comprimento e um variado arsenal de actividades olímpicas, sendo o mais importante a reza, em que ao rezar, Abe pode possuir as espécies que lhe apareçam à frente.

A mecânica integral do jogo poderá ser o Gamespeak, em que ao usarmos combinações de botões, Abe pode comunicar com o mundo à sua volta, seja para ajudar os seus camaradas Mudokons, distrair os Sligs, ordenar as tropas com os Paramites, anunciar a batalha final com os Scrabs ou simplesmente pedir recados com os Glukkons. Os puzzles do jogo anterior conseguiam ser tediosos, pois ordenar cinco Mudokons para um portal conseguia ser um grande problema, mas fazia também parte de uma das mecânicas centrais do jogo. Agora, com o comando “All a Ya”, podemos chamar todos os Mudokons no ecrã e despachar trabalho. Mas nem tudo são rosas.

Com esta nova mecânica, foi introduzida novas formas de a dificultar. Agora existem vários tipos de Mudokons: os doentes, que apenas com o remédio obedecem aos vossos comandos; os furiosos, que terão que pedir desculpa para eles vos seguirem; os “felizes”, que por uso de gás hilariante, tornam-se insuportáveis, e portanto, merecem uma boa chapada; os depressivos, que por terem visto um colega a morrer, apenas vos seguem se pedirem desculpa, sendo que podem tornar-se mesmo suicidas; e por fim, os cegos, que como trabalham nas minas, não devem ver as ossadas e têm que ser devidamente guiados durante o jogo.

A história, muito resumidamente e sem estragar nada, trata-se de Abe tentar salvar os seus camaradas, enquanto desactiva as minas Necrum, onde estão enterrados os seus antepassados. Mas Abe apercebe-se do grande plano dos Glukkons, de tornar as ossadas dos seus antepassados em bebida energética. Então, o objectivo torna-se em parar a fábrica Soulstorm, a todo o custo. E para isso, ele tem a ajuda dos seus amigos e dos três “Estranhos”, que guiam Abe pela sua nova aventura.

A atmosfera de Abe’s Exoddus é mais colorida do que Abe’s Oddysee, mas não deixa de ser intrigante, obscura e por vezes macabra. Os barulhos de fundo, seja o andar dos Sligs ou apenas pássaros, associados à excelente banda sonora, torna a atmosfera ainda mais completa e rica. Este é um daqueles jogos em que a atmosfera nos toma de surpresa e prende-nos até ao fim. A tecnologia usada pelo jogo é uma mistura de gráficos previamente renderizados e sprites, tornando o jogo mais leve, pois a ideia original era completamente em 3D, mas a PlayStation não era forte o suficiente para tal, e teriam que diminuir a qualidade de apresentação. Então o projecto tornou-se 2.5D.

O jogo tem um jogabilidade excelente e intuitiva, ambiente e gráficos mantêm-se muito bem, mesmo após quase vinte anos, e tem uma história única e progressiva, em que apesar do jogo tocar nos assuntos muito levemente, são assuntos sérios e reais, que cada vez mais tomam protagonismo no nosso dia-a-dia. E como tal, devem pegar nestas duas pérolas e jogar do princípio ao fim.

█ F.S.

 

Abe’s Oddysee e Abe’s Exoddus estão disponíveis na PlayStation Store e na loja Steam.

Apesar de ser uma sequela bónus, Abe’s Exoddus não faz parte da Quintologia Oddworld, actualmente composta por Abe’s Oddysee e Munch’s Oddysee. Abe’s Exoddus trouxe consigo vários pontos positivos em relação à jogabilidade, história e atmosfera, tornando o passado e futuro de Mudos cada vez mais complexo, misterioso e emocionante.…
Jogabilidade - 90%
Gráficos - 90%
Som/Banda Sonora - 95%
Longevidade - 90%

91%

LENDÁRIO

A jogabilidade pouco difere do jogo anterior, mas isso é um ponto positivo, porque em equipa vencedora, não se mexe. O mesmo acontece com os gráficos e banda sonora. Já a longevidade do jogo aumentou consideravelmente, sendo que existem mais ambientes para explorar e mais Mudokons para salvar. Oddworld é uma saga que esteve parada durante muito tempo, mas com os últimos anúncios e projectos, vale bem a pena revisitar os irmãos mais velhos.

User Rating: 5 ( 1 votes)
Filipe Silva
Aborrece-me:


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One comment

1 Pings/Trackbacks for "RetroAnálise – Oddworld: Abe’s Exoddus"
  1. […] mim, é sempre bom voltar a falar de Oddworld. Seja porque os jogos antigos me marcaram imenso, seja porque os temas discutidos nos jogos ultrapassam os jogos em si, seja porque temos um novo […]

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