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Análise – Mario Golf: Super Rush


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O primeiro jogo de Mario Golf foi lançado em 1999 para a Nintendo 64 e foi na altura um êxito. Era divertido e desafiante, mesmo naqueles comandos volumosos. Está agora disponível para jogar através da expansão do Serviço Online da Nintendo e podemos ver aquilo que mudou em mais de duas décadas. Mas não é desse que vamos falar por agora.

Mario Golf: Super Rush marcou o regresso dos tacos de golfe e toda a "família" Mario, desta vez à Nintendo Switch.

Mario Golf: Super Rush acabou por me dividir em vários aspetos. Tem uma diversidade de modos capaz de agradar a (quase) todos os tipos de jogador; porém, não são todos igualmente cativantes e, de uma forma ou de outra, acabam por se tornar repetitivos.

O modo Adventure é uma abordagem estilo RPG à franquia. Começamos com o nosso Mii de eleição numa estalagem e o grande objetivo é torná-lo numa estrela de golfe, enquanto se fazem missões e se luta contra os inimigos, de taco e bola de golfe. De aspirante a golfista, o Mii passa rapidamente à luta para salvar o reino da destruição provocada por uma máquina que muda o clima.

Por um lado, é um modo bastante denso, com incontáveis paredes de texto até podermos efetivamente jogar e, por esse motivo, quebra um pouco o ritmo de jogo quando aquilo que queremos é pôr as mãos na massa. Por outro, parece correr demasiado depressa sem dar tempo de nos conectarmos com a história ou com coisa alguma.

 Este modo é uma forma de desbloquear os mapas na totalidade, mas não é obrigatório. Acabei por jogá-lo sem grande entusiasmo, para minha surpresa. Apesar de apreciar o estilo RPG, não senti que o modo Adventure enquadrasse devidamente as mecânicas de Mario Golf com a estrutura RPG, mesmo sendo um estilo propositadamente mais curto que o habitual. Claro, isto não é um ponto fulcral no jogo como um todo, apenas uma preferência pessoal.

A imprevisibilidade das condições climatéricas, a direção do vento, relevo, ou inclinação, fazem com que devamos analisar bem quais os melhores lances e tacos. Por isso Mario Golf acaba por ser uma experiência de entretenimento decente, mas que, ao fim de umas horas se torna repetitiva.

É possível jogar apenas com os botões ou com os movimentos, um pouco ao estilo do Golfe em Wii Sports, mas com mais ação e precisão. Apesar de grande adepta dos controlos por movimento, o controlo por botões é deveras mais fácil para quem não tem uma coordenação motora exemplar, como é o meu caso.

Os mapas têm também uma extensão variável, em que se escolhe o número de buracos de modo a obter um jogo mais curto ou de mais de uma hora.

Há sempre a possibilidade de jogar Solo, mas para mim a estrela foi o modo multijogador. Jogar com amigos em modo online ou local e gerar a destruição dessas amizades foi a melhor parte de Mario Golf: Super Rush. Os mapas têm obstáculos e as circunstâncias podem mudar a qualquer instante. Quem está prestes a ganhar pode facilmente perder e vice-versa, mantendo os jogos dinâmicos e imprevisíveis.

As 16 personagens jogáveis estão disponíveis desde o início e cada uma tem um poder especial. Por exemplo: a Paulina tem um super lance com o microfone em que atira as bolas dos adversários para fora longe se estas estiverem na sua trajetória; o Bowser Jr.  deixa uma neblina que impede os adversários de ver as bandeirolas dos buracos no mapa.

No modo Battle Golf, os jogam uns contra os outros numa arena cheia de obstáculos e têm de conquistar o maior número de buracos no mapa.

A novidade foi o modo Speed Golf, um modo com algumas semelhanças em relação a Battle Golf. É absolutamente caótico e dos mais divertidos. Em vez de jogarmos à vez, cada um vai jogando o mais depressa possível e com tempo limitado para ser o primeiro a chegar a cada bandeirola. Cada tacada confere mais 30 segundos ao contador e, ao contrário dos jogos regulares, ganha quem tem mais pontos.

Os gráficos eye candy são aquilo que poderíamos esperar para um jogo Mario na Switch, mantendo o art style dos jogos anteriores. Aliás, muitos dos fairway contêm elementos dos mapas do mundo Mario que já conhecemos, como New Donc City, que saiu mais tarde no DLC.

Não diria que Mario Golf: Super Rush é um título absolutamente imperdível, mas se tiverem com quem jogar, o multiplayer é fenomenal. Se forem competitivos, o modo ranked está lá para vocês. A desvantagem é o facto de os modos rodarem todos à volta dos mesmos mapas, reduzindo ainda mais a diversidade dos modos. Seja como for, é uma garantia de diversão, mesmo que não dure para sempre.

Review Overview

O primeiro jogo de Mario Golf foi lançado em 1999 para a Nintendo 64 e foi na altura um êxito. Era divertido e desafiante, mesmo naqueles comandos volumosos. Está agora disponível para jogar através da expansão do Serviço Online da Nintendo e podemos ver aquilo que mudou em mais de…

Mario Golf: Super Rush

Jogabilidade - 82%
Gráficos - 80%
Som/Banda Sonora - 85%
Longevidade - 70%

79%

Modo multiplayer é fenomenal, masRepetitivo

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