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Análise – FIFA 23: O fim de uma era

A minha experiência no mundo de videojogos de futebol começou com a velhinha “Nintendo” e o  Nintendo World Cup, depois troquei de sistema para uma Master System e com ela veio o World Soccer. Em casa do meu primo chegou no Natal a famosa 16-Bit da SEGA, a Mega Drive e aí era um tal perder horas com World Cup Italia 90, Super Kick Off, European Club Soccer. Até que um dia chego a casa de dele e levo com:

“ Tens que experimentar este jogo novo que apareceu ali na Realsom (empresa que vendia jogos na década de 90)! É um disparate!!! Jogas de lado como os jogos na televisão e até podes celebrar golos”.

Claro é, que o meu primo estava a referir-se ao FIFA International Soccer e foi nesse momento que nasceu a minha relação com os FIFA.

É o fim de uma era. Após 29 anos, o FIFA 23 é o último jogo da parceria entre a entidade máxima do futebol e a Electronic Arts. Com a franquia a ser renomeada daqui para a frente como EA Sports FC.

Agora perguntam-me vocês: “Marcolino, o FIFA 23 é um adeus digno ou é outra vez ‘mais do mesmo’?”

Como sempre, a “galinha dos ovos de ouro” é o Ultimate Team, embora utilize os mesmos modelos de jogo em Division Rivals e FUT Champs do ano passado, atualizados, claro. No entanto existem várias melhorias, como o novo sistema de química que permite usar jogadores de ligas diferentes sem sermos muito penalizados. (ATÉ QUE ENFIM!!!)

O crossplay pareceu-me muito melhor e o facto de podermos jogar com vários clubes femininos na Super Liga Feminina de Inglaterra ou na 1ª. Divisão Francesa é fantástico. Mas não nos podemos esquecer, que o futebol feminino foi introduzido no FIFA 2016 e só agora, sete anos depois, é que teve uma atualização que adiciona algum conteúdo significativo.

Honestamente, não dá para negar que o jogo melhorou bastante nos últimos anos, souberam tirar partido das últimas gerações de consolas e com a introdução da tecnologia HyperMotion, baseada na captura de movimento de jogadores profissionais em situações reais, leva a animações mais realistas e eleva a jogabilidade em vários aspetos. No FIFA 23 a tecnologia foi atualizada para a versão 2.0, com muitas mais animações, o que o torna  num jogo fluido e com muitas animações interessantes.

Contudo, HyperMotion 2.0 à parte, a jogabilidade é tão familiar o quanto possível. Há um pouco mais de estratégia no jogo, mas facilmente vais descobrir que as táticas e esquemas que usavas no FIFA 22, vão continuar a funcionar.

Resumindo, para quem acompanha a franquia “sabe ao mesmo”, mas se vais começar agora ou se não tocas num FIFA há uma ou duas gerações vais receber sem dúvida o melhor jogo FIFA de sempre.

A minha experiência no mundo de videojogos de futebol começou com a velhinha "Nintendo" e o  Nintendo World Cup, depois troquei de sistema para uma Master System e com ela veio o World Soccer. Em casa do meu primo chegou no Natal a famosa 16-Bit da SEGA, a Mega Drive e aí…

FIFA 2023

Jogabilidade - 90%
Gráficos - 80%
Som/Banda Sonora - 70%
Inovação - 90%

83%

Muito Bom

Hypermotion 2.0 traz algumas novidades. O modo Carreira também trouxe novidades interessantes e está mais imersivo.

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